domingo, 3 de abril de 2011

O Rapaz do Cachecol às Riscas - Capítulo 2

História fictícia 
Autor: Lexie Rach
Capítulo 2 - O conhecimento



Fiquei com cara de parva a olhar para a Inês. A Cátia não podia andar a comer um gajo daqueles. Não podia.
Pus na cabeça que o queria para mim, mas e se a Cátia ficasse chateada? Não interessava, tinha mais três com que se entreter. Aquele não lhe iria fazer falta de certeza.

- Está decidido Inês. Vou comer aquele gajo.
- Então e a Cátia?
- Estás preocupada com isso?
- Eu não, tenho mais com que me preocupar.


...
O jantar continuou descontraidamente e nunca consegui tirar os olhos daquele canto da mesa. A Cátia já andava completamente bêbeda ou a fingir-se de bêbeda, porque conhecendo-a como a conheço, ela faz qualquer coisa para chamar a atenção de todos. 


Saímos do restaurante e fomos curtir a noite para a Associação Académica.
Lá dentro, depois de já ter bebido uns copos, disse à Inês:


- Vou só à casa de banho.
- Ok, eu vou pôr conversa com aquele gajo.
- Boa sorte!




Fui à casa de banho e quando voltei, a Inês já estava completamente agarrada ao gajo de que ela estava a falar. Então, decidi começar a socializar com pessoal do jantar que não conhecia.
A certa altura, vi a Cátia de boca aberta e com os olhos abertos o máximo que podiam e parecia estar com ar de aterrorizada. Olhei na mesma direcção que ela estava a olhar e vi gajo do cachecol às riscas a beijar uma rapariga. Fiquei amuada, porque quem o devia estar a comer era eu, mas ao mesmo tempo achei a Cátia uma parva e uma estúpida. Ela andava a comer quatro gajos ao mesmo tempo e ficou aterrorizada quando um deles decidiu fazer o mesmo?
Ouvi a Cátia dizer:


- Vou à casa de banho


... e nunca mais a vi nessa noite. Começamos a ficar preocupados com ela, mas a Inês recebeu uma mensagem dela a dizer que tinha ido para casa.
...
A noite continuou e eu continuei a socializar com pessoal que não conhecia. Passados uns minutos, ouvi alguém dizer ao meu ouvido:


- Olá! Eu sei que és a Daniela. Eu sou o Hugo.


Quando olhei para o lado, pensei para mim "Olha, o rapaz do cachecol às riscas!". Decidi tentar descobrir que tipo de pessoa seria ele. Tinha que ser frontal e não estar com rodeios.


- Olá Hugo. Não estavas mesmo à bocado a comer uma gaja?
- Não, foi só um beijo e um amigo meu já fugiu com ela.
- Uma rapariga que está a ser rodada, portanto.
- Pois, basicamente. Ela está podre de bêbeda.
- E tens noção que a Cátia desapareceu amuada por ter-te visto a beijar a rapariga?
- Eu e a Cátia dávamos uns beijos de vez em quando, mas já não temos nada há um tempo.
- E agora decidiste vir meter conversa comigo?
- Sim, já devia tê-lo feito quando me bateste à bocado, mas agora que já bebi um bocado tornou-se mais fácil.
- Estou a ver que és um gajo sincero.
- Sempre. Queres saber mais alguma coisa sobre mim?
- Não, prefiro ir sabendo aos poucos. Importas-te?
- Não, não me importo, desde que dances comigo.


(continua)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Rapaz do Cachecol às Riscas

História fictícia 
Autor: Lexie Rach
Capítulo 1 - O primeiro olhar


O meu telemóvel começou a tocar. Onde raio estava o meu telemóvel? Só podia estar na minha mala. Vasculhei a mala de um lado ao outro. Era a Cátia:

- Estou?
- Dani, esta noite jantarada, ok?
- Jantarada? Onde?
- Diz só que sim, depois eu aviso-te onde é para estar.
- Está bem então, eu vou, chata.
- Linda menina. Até logo.
- Até logo chata.

Estranho! Decidiu organizar um jantar assim num instante porquê? Não interessava, ao menos dava para descontrair e para tirar o Fausto de vez da minha cabeça ou não fosse eu a Daniela. 
O telemóvel tocou outra vez, quem seria desta vez? Era a Inês:

- Diz linda.
- Vais hoje ao jantar que a Cátia está a organizar, Dani?
- Sim, ela acabou agora de me ligar.
- Fixe, vamos aos gajos?
- Óbvio, sabes bem que preciso de novas distracções.
- Pois o Fausto não te merece. Acho muito bem que sigas em frente.
- Também preciso de dar curvas, senão ainda vou contra uma árvore.
- Parva! Vá, até logo parva.
- Até logo.

Fiquei a pensar sobre o "seguir em frente". Era o melhor a fazer, mas porque é que o Fausto não saía de vez da minha cabeça? Era tão mais fácil. 
Libertei um "que se foda" e fui-me arranjar.
...
Estavam-se a aproximar as 8 horas da noite e a Cátia continuava sem me dizer nada. Decidi mandar-lhe uma mensagem para saber novidades.
"Então? Esse jantar é aonde?"
Ela respondeu:
"Daqui a meia-hora, à frente da Câmara Municipal de Coimbra."
(local habitual de encontro)

Dei os últimos retoques no cabelo e na maquilhagem, calcei-me e enfiei-me no carro. Estacionei perto da Praça da República e depois desci a avenida até à Câmara.
Quando ia a descer, lembrei-me de ver se tinha trazido o telemóvel, então pus-me a revirar a mala de alto a baixo e não tomei atenção nenhuma ao caminho. Até que bati com toda a força contra um rapaz.

- Desculpe.

Apressei-me eu a dizer e senti o meu cérebro a desligar mal o meu olhar cruzou com o dele. Apercebi-me que estava com cara de parva quando ele respondeu:

- Não há problema.

Fez um largo sorriso e continuou o seu caminho. Ainda fiquei uns largos segundos a olhar para ele a afastar-se, até que abanei a cabeça, pisquei os olhos várias vezes, respirei fundo e continuei à procura do telemóvel.
Finalmente, encontrei o telemóvel, já estava mais descansada, não me apetecia nada voltar ao carro para o ir buscar. Cheguei à Câmara e já lá estava um pessoalzito, algum conhecido, outro que nunca tinha visto na vida. Analisei todas as pessoas que ali estavam e encontrei a Inês que estava sentada a falar ao telemóvel. Dirigi-me a ela e ainda a ouvi dizer:

- Está bem, mas não demores muito.

Desligou o telemóvel e pus conversa com ela:

- Então quem era?
- A Cátia. Eu passo-me com esta gaja. Ela é que organiza, mas é sempre a última a chegar.
- Não stresses, ganhas rugas.
- Sabes quantos gajos é que ela anda a comer?
- Ãh? Ela anda a comer mais do que um gajo ao mesmo tempo?
- Sim, pelas minhas contas são quatro e estão todos aqui.
- Estás-me a dizer que ela convidou os gajos todos que anda a comer para vir ao mesmo jantar?
- Nem mais.
- Quem são eles?
- Aquele de cabelo preto aos caracóis, o gajo que está aqui atrás de mim, aquele com o casaco de cabedal e... outro que estava aqui à bocado, mas já não sei dele.
- Deve ter ganho juízo e fugiu.
- Era o que ele fazia melhor.

Ficámos em silêncio durante algum tempo, a olhar para o pessoal que ali estava. Eu não conhecia maior parte e havia gente que só conhecia de vista. Entretanto, lembrei-me do rapaz que tinha levado um valente encontrão meu e decidi contar à Inês. Ela sorriu e perguntou:

- Mas como é que ele era?
- Só me lembro de desligar quando fixei os olhos dele. De resto só sei que tinha um cachecol às riscas.
- Sim, o cachecol caracteriza muito bem o rapaz.
- Não tenho culpa de ter desligado naquele momento.

Entretanto, chegou o resto do pessoal e a Cátia. Fomos então para o restaurante e eu fiquei ao lado da Inês, porque era a única pessoa que tinha mais confiança no meio daquela gente toda. Perguntei à Inês num tom de brincadeira:

- Então? Quem é que vais comer?
- Sei lá eu?
- Vamos analisar a mesa. Feio, feio, feio, mais ou menos, feio, feio, feio...

Voltei a sentir o meu cérebro a desligar.

- Inês, está ali o gajo.
- Qual gajo?
- O rapaz do cachecol às riscas.
- Aquele ali ao fundo da mesa de cachecol?
- Sim, esse mesmo.
- Oh Dani, aquele é o outro gajo que a Cátia anda a comer.


(continua)

sábado, 22 de janeiro de 2011

E então?

Gosto de sexo e então? Tenho que esconder isso?
Não sou nenhuma puta que passeia na esquina à espera de se deitar com todos os que ali passam.
Mas o assunto "sexo" interessa-me bastante e não tenho medo nenhum de explorar e de experimentar coisas novas. Mas é claro que não o vou fazer com qualquer um.
O meu namorado é muito bom no que faz, não tenho necessidade nenhuma de procurar sexo fora da minha relação.
A sério, há gente que pensa que por uma pessoa gostar de sexo e de não sentir atrapalhação nenhuma a falar sobre o assunto, é logo uma vadia sem escrúpulos nenhuns.
Tanta paciência que eu tenho para aturar gente assim.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Desaparecida, eu sei!

Isto no meio de tantos exames, trabalho e entre outras coisas, não há tempo nenhum para vir aqui.
Mas ultimamente tenho andado com uma vontade enorme de escrever, não sobre o meu dia-a-dia, mas uma história fictícia inventada por mim.
Não sei porquê, mas dou por mim a fazer filmes na minha cabeça. Para cada coisa que olhe serve de inspiração. Sinto mesmo uma vontade enorme de pôr tudo em palavras. E acho que vou começar a usar aqui o meu espaço para fazer isso mesmo.
Eu não sou nenhuma escritora, mas ao menos divirto-me e liberto todo o filme que me vai na cabeça. Sou capaz de dar uns valentes pontapés na gramática da Língua Portuguesa, mas que se lixe.
Vocês o que dizem?

domingo, 12 de dezembro de 2010

Estou feliz com o que não devia?

Estarei a ser egoísta demais? Estou feliz com uma coisa, mas mesmo feliz ao ponto de chorar mesmo por nem acreditar no que está a acontecer.
Acontece que para eu estar feliz, há uma pessoa que me é muito querida que não está lá muito bem. Estou preocupada com ele. Estou muito, mas não consigo esconder que estou muito bem.
Que raio de pessoa serei eu? Estou bem com o mal dos outros?
Dizem que temos de pensar em nós primeiro, não é? É o que estou a fazer, mas estou-me a sentir egoísta.
Estou feliz. Que posso eu fazer? Nem sei o que pensar. Só penso no quanto estou contente neste momento. Admito que agora só estou a pensar em mim. Também preciso. O que vier depois, logo se vê.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fico pior que estragada

Não gosto nada quando os professores já chegam tarde e a más horas para dar uma aula. E depois, quando é suposto acabar a aula, temos de ficar mais um bom bocado de tempo na aula, porque o professor ainda tem umas coisas para explicar e que não teve tempo de dizer.
Sinceramente, se um aluno chega 10 minutos atrasados, devido ao trânsito ou à perda do transporte ou o que for, parece que cometeu um pecado mortal. "A aula começou há não sei quanto tempo atrás, e se quiser assistir às minhas aulas tem que ser pontual, não posso admitir alunos que venham atrasados às minhas aulas, e blá blá blá."
Quando um professor chega exactamente meia-hora atrasado para dar a aula, diz: "Peço desculpa pelo atraso. Acontece a todos." Ah pois acontece, mas parece que para certo tipo de pessoas não pode acontecer, porque não se admite e mais não sei o quê.
Há com cada um.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sonho um bocado estranho e pornográfico

Esta noite, não faço ideia porquê, sonhei com uma rapariga, que sinceramente, a primeira vez que a vi, sabia que era do tipo de pessoa que tinha duas caras. Com o passar do tempo, cheguei mesmo à conclusão do que eu tinha previsto anteriormente.
Já não falo com ela há pouco mais de um ano. Não falo, como quem diz, a única coisa que falo com ela é "Bom dia", "Olá, tudo bem?" e não passa disto.
O meu sonho foi assim: estava em casa, no meu quarto, e essa tal rapariga estava lá comigo. Não comecem a pensar que me envolvi com a rapariga, nada disso. O que vou contar é outra coisa.
Então, estava lá a rapariga e de um momento para o outro, ela foi-se embora, porque tinha de ir ter com o namorado. Até aqui tudo bem. Até que olho para a minha cama e vejo que ela se tinha esquecido do telemóvel. Eu como não vou muito à bola com ela, decidi ir cuscar, para ver se ela andava a fazer alguma coisa de mal, tipo mensagens impróprias com pessoas que não sejam o namorado ou coisas desse género.
Agarrei no telemóvel dela, e comecei a ver os vídeos dela, até que me apareceu um vídeo de porno caseiro que ela fez com o namorado. Sim, porno caseiro.
Ele estava sentado no sofá, a olhar para ela e ela começou a tirar a roupa. Mas do nada, começou a dançar como a Shakira ou whatever, ou seja, começou a abanar-se toda. Acreditem que não é bonito ver aquilo a abanar-se tudo.
Comecei a ficar com cara de enjoada, então estava para carregar no botão para desligar aquele porno sem qualidade, quando decidi olhar para o namorado dela. E fiquei parva. Mesmo. Ainda agora que penso nisso, fico com o estômago às voltas. Quem é que estava no lugar do namorado dela? Nada mais que o João Moutinho. Aí, ia-me caindo tudo. Como é possível, uma pessoa bonita como esta, estar a assistir a um strip de uma coisa daquelas que se abana por todo o lado? Tenho uma pergunta melhor. Como é que o meu cérebro vai produzir imagens destas deprimentes?
Foi a parte em que ela foi para cima dele e se deitaram ali no sofá a fazer coisas porcas e foi a minha vez de desligar aquele vídeo e já não sei quando é que vou conseguir comer em condições outra vez.
Blec!!

domingo, 14 de novembro de 2010

Oficialmente namorados!

E finalmente, depois de umas semanitas sem nos largarmos, houve o tão desejado pedido de namoro.
Foi bastante simples e ao mesmo tempo, bastante romântico, isto porque fui apanhada de surpresa. Eu admito que sou uma romântica e que gosto dos pedidos de namoro, mas se ele não me fizesse pedido nenhum, eu não me iria importar, desde que estivesse com ele.
Mas pronto, deixando-me de coisas, vou contar como foi, mas aviso já que foi muito rápido e simples, não vou contar uma grande história.
Foi ontem, dia 13 de Novembro de 2010, que o meu menino, me ligou de manhã a dizer que, de tarde, iria ter comigo a minha casa, para passarmos uma boa tarde. Eu achei uma ideia fantástica, visto que os meus pais estavam ambos a trabalhar, logo passaríamos a tarde toda em casa, sozinhos.
Pouco depois de almoço, a campainha tocou. Só podia ser ele e fui abrir. Quando abri a porta, ele segurava na mão uma rosa vermelha linda. Pôs um joelho no chão e com a sua voz bastante sensual e o seu sorriso que só ele o sabe fazer, perguntou: "Queres namorar comigo?". Eu juro que me deu uma vontade enorme de me partir a rir por causa dele estar naquela figura à minha porta, mas depressa me derreti toda e lhe disse um enorme Siiiim, peguei na rosa e dei-lhe um enorme beijo, acompanhado de um abraço bem apertado.
E foi então depois deste dia, depois desta simples pergunta e de uma resposta mais que óbvia, que eu me orgulho muito de chamar ao meu menino de meu namorado.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Noites

Esta noite fui sair com o meu menino e mais uns amigos. Este meu amigo, agora que está solteiro, não pára. Anda um engatatão de primeira.
Estávamos-nos todos a divertir, dançar, beber uns copos e tal. O meu amigo a meter-se com uma porrada de gajas e os outros meus amigos também a mesma coisa. E eu achava piada às tampas que eles levavam e à conversa que eles davam. A sério, passei toda a noite a rir-me à custa disso.
A certa altura, o meu menino estava encostado à parede e eu estava a dançar com o pessoal. Vi uma rapariga a dançar à descarada, mesmo à frente do meu menino. E ele olhava para mim e fartava-se e rir. E eu ria-me com ele, porque realmente a rapariga se queria meter-se com o meu menino, havia formas mais simples e menos ridículas de o fazer. Cada vez mais, a gaja se aproximava dele e eu só estava à espera que ela mete-se conversa com ele para eu poder agir. Finalmente, ela chega ao pé dele e mete conversa com ele. Eu dirigi-me a ele e dei-lhe um beijo que mais parecia daqueles beijos pornográficos e a gaja ficou ali ao lado a olhar para nós com os olhos bué abertos. Até que se decidiu ir embora. Eu sei que isto não se faz, mas que dá gozo, lá isso dá.
Depois, de mais um tempo ali, eu e o meu menino decidimos sair dali. Metemos-nos no carro e ficámos a conversar um bocado. Ele começou-me a meter a mão na perna e eu não resisti. Fomos para o banco de trás e eu fartei-me de bater com a cabeça no tejadilho.
Eu, supostamente, era para ir dormir a casa, mas é tão difícil largar o meu menino. Então fomos para casa dele, tomámos um banho os dois e fomos dormir juntinhos.
Ai como eu adoro passar todo o tempo que possa com o meu menino.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Oh miúda?

Agora, como ando sempre a implicar com tudo, vou implicar mais um bocado.
Não gosto nada de pessoas que se acham superiores ou que pensam que sabem mais do que nós, lá por terem mais uns anitos do que nós.
Eu passo a explicar. Conheci recentemente um rapaz na minha faculdade, com quem costumo falar. Mas ultimamente, qualquer coisa que diga, parece que o estou a ofender ou uma coisa parecida. E então, rapidamente fica pronto para discutir comigo, e eu sem saber o que raio se está a passar.
Eu tenho uma visão muito prática sobre a vida, ou seja, não sou de fazer grandes filmes à volta dos meus problemas e com isso, na visão dele, faz com que eu não leve a vida a sério. E então por isso, sou uma miúda, infantil e imatura. E depois, no meio da discussão, atira-me com bocas do tipo "Oh miúda, mas tu pensas que estás a falar com quem? Eu tenho 24 anos, já tenho muita experiência de vida e sei perfeitamente quando alguém é imaturo ou não.". Eu não sei se sou imatura ou não, mas mal ele me disse isto, deu-me uma vontade de rir, que nem digo nada.
Não quis arranjar confusão, então virei costas e deixei-o a falar sozinho. Eu não estava a perceber nada da conversa e ele não me estava a querer dar explicação nenhuma do porquê de estar chateado, achei que não valia a pena ficar ali a ouvir um gajo falar torto para mim e sem saber o porquê. Mais tarde, ele dirigiu-se a mim e disse "Oh miúda, não sabes enfrentar as pessoas? Tu ainda és muito nova e tens muito que aprender.". Sim, ele tem uns loooooooongos 4 anos a mais que eu. Sim, realmente tenho muita menos experiência de vida do que ele.
Não foi a primeira vez que ele se chateou comigo, e posso dizer que cada vez que ele se chateou, eu nunca cheguei a saber a razão específica, mas eu tento sempre resolver as coisas e esclarecer todos os mal-entendidos que possam haver e ele acabou por sempre me dar razão e que não deveria ter reagido daquela maneira. E eu acabo por continuar a falar com ele na boa. Agora, se continua a fazer a mesma merda, eu começo-me a fartar. Qualquer dia vai-me responder torto e eu vou-lhe dar uma chapada na cara e depois vou dizer "Oh desculpa, sou só uma miúda imatura.".

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ok! Ganhaste!

Se há coisa que me deixa irritada, é esta expressão: "Ok! Ganhaste!".
Eu sei que quando tenho razão em determinados assuntos, sou um bocado teimosa em fazer os outros ver o meu ponto de vista. Mas posso estar perfeitamente calma. Quando os consigo fazer ver o meu ponto de vista, em vez de me dizerem "Sim, tens razão!" ou "Sim, já percebi!" saem-me com um "Ok! Ganhaste!", deixa-me irritada. Porque, para mim, quando me dizem isto num determinado tom sarcástico, é o mesmo que estarem a dizer "Epá cala-te, já não te posso ouvir!". Em vez de admitirem o erro, ou pedirem desculpa, porque às vezes fazem-se de durões, atiram-me com um "Ok! Ganhaste!". Mas ganhei o quê? Isto era uma luta? Ou um jogo de cartas? Sei que não devia dar tanta importância a uma simples expressão, mas é mais forte que eu, deixa-me mesmo bastante irritada.

sábado, 30 de outubro de 2010

Amor

"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?"

Luís Vaz de Camões

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Aproveitar o dia

Finalmente tive um bocadinho de descanso. Esta semana foi mesmo muito atarefada. Não parei um bocadinho sequer. O único dia que tive longe dos estudos e de trabalhos, foi na Terça-Feira, porque foi o cortejo da latada e claro que não podia deixar de ir baptizar os meus caloirinhos.
Hoje, apesar de ter dois relatórios e um trabalho para fazer e ainda ter que estudar (porque no fim de semana vou ter que trabalhar), tenho que tirar um bocadinho para descansar e para estar com o meu menino. Estou com saudadinhas dos miminhos todos que ele me dá quando estamos sozinhos.
Estava-mos a pensar ir passear de mão dada, mas como a chuva já veio, não convém muito apanhar agora constipações, portanto vamos ficar por casa. Eu adoro quando ele se põe a tocar guitarra, fico tão derretidinha a olhar para ele, dá-me uma vontade instantânea de lhe saltar para cima.
Vou agora despachar-me para ir ter com ele a casa. Lá estamos mais à vontade, porque em minha casa estão os meus pais. Portanto, vou-me agora embora para aproveitar bem todos os bocadinhos que possa com o meu menino.

domingo, 24 de outubro de 2010

Uma noite romântica

Nunca pensei ter uma noite tão romântica em plena semana da Latada 2010, em Coimbra. Toda a gente sabe que estas noites são para as bebedeiras, conviver e divertir muito.
Primeiro, o meu menino ligou-me de manhã, para dar os bons dias. É bastante agradável acordar de manhã cheia de sono (porque a noite passada, foi noite de Xutos e Pontapés e eu deliro totalmente com eles) e ouvir um doce "Bom dia minha pequenina". É tão bom. Mesmo que esteja super rabugenta, deixa-me logo bem-humorada. Falámos durante mais um bocadinho, até que ele disse "Hoje, fica pronta às 19h30 que eu vou-te buscar a casa para vires jantar comigo".
Então, às 19h30, eu estava pronta e ele apareceu uns 5 minutos depois. Pensava que ele me ia levar a algum restaurante ou assim, mas não, fomos mesmo para casa dele. Tinha uma mesa na sala posta para dois. Sim, jantámos às luz das velas. Pronto, estou a brincar, à luz das velas não se via nada, ligámos uns candeeiros, mas continuámos com as velas acesas na mesma. Foi bastante calmo e agradável. Gostei mesmo muito. Tanto, que por mim, já não saía de casa. Ficava ali a noite inteira com ele, a trocar miminhos.
Ele insistiu, então fomos ver o Rui Veloso. Tenho a dizer que adorei. Tudo bem que toda a gente fica apertada para o poder ver, mas isso fez com que ficasse mais juntinha a ele. E estar bem juntinha a ele ao som disto: É do melhor que já tive.
Adorei o concerto do início ao fim. Fez-me arrepiar mesmo.
Depois do concerto, fomos um bocadinho até à outra tenda, mas estávamos tão mimentos um para o outro que decidimos ir para casa dele, sempre estávamos mais à vontade. Os colegas de casa dele iam ficar no recinto durante toda a noite de certeza.
Fomos tomar um bom banho juntos e depois fomos fazendo amor por todos os cantos da casa até chegar à cama. Ainda brincámos muito na cama até que adormecemos. Amei completamente este dia. Não tenho muito a dizer. Amei.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Alguém me sabe explicar?

Estas raparigas de hoje em dia, quando acham que já têm idade para se maquilhar, porque razão se maquilham como palhaços?
Hoje, fui para as aulas, normalmente como todos os dias, quando estava a estacionar o carro, apareceu-me um grupo de raparigas completamente pintadas. Aquilo nem se pode chamar de pessoas maquilhadas, estavam mesmo todas pintadas.
Uma base mais escura do que o tom de pele e que é posta só na cara, que resultado dá? Uma cara castanha e um pescoço branco. Acho que não fica lá muito bem, mas é a minha opinião, cada um anda como quer na rua.
Ainda pus a hipótese de serem caloiras e que tivessem de andar assim por causa de alguma praxe, mas não, eram mesmo do secundário.
Uma delas tinha os olhos pintados até à sobrancelha, metade azul (pareceu-me) e outra metade cor de rosa. Outra com os olhos brancos, também até à sobrancelha. E a outra levava só um risco branco nos olhos, que pessoalmente não gosto mesmo nada de lápis branco. As três levavam os lábios pintados do vermelho mais vivo que eu alguma vez vi. E para completar, levavam as bochechas cor de rosa.
Agora, gostava de saber o que pensam as pessoas disto? Sou só eu a achar ridículo sair assim à rua? 

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Olha que pena

Aquela gaja que andava a enganar o meu amigo, agora nem sequer olha para mim. Passa por mim e faz de conta que não me conhece. Pois, como é obvio, ela sabe que fui eu que contou ao meu amigo tudo o que se andava a passar. E sem surpresa nenhuma para mim, ele foi acabar com ela e ela bem tentou dar-lhe a volta, mas ele acreditou em mim e ficou fixo na sua escolha. Asério que fico muito contente por ele. Não pelo facto de ter acabado uma relação de há alguns anos, mas por não admitir ser mais enganado. Espero bem que ela não venha armar confusão para o meu lado. Já estou fartinha dela.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O dia de estudo com ele - Parte 3

Da última vez, tinha ficado então na cama ofegante e o meu menino a sair de cima de mim a dizer "já volto" e a sair do quarto.

Estava na cama, deitada com a barriga virada para cima, sem me mexer e a olhar para a porta do quarto a fazer beicinho, à espera desesperadamente que o meu menino entrasse no quarto rapidamente. E passado uns segundos, ele entrou no quarto com uma caixa de preservativos na mão, com cara de maroto e a dizer "Para o caso de ser preciso" e riu-se. E eu completamente derretida com aquela cara de maroto e aquele sorriso lindo.

Ele voltou para cima de mim e deu-me o beijo mais doce e suave que eu alguma vez dei na vida. O meu menino beija mesmo muito bem, não me posso queixar disso. Estava nas nuvens e as mãos dele voltaram a explorar o meu corpo. Eu estava por baixo e queria também explorar aquele corpo lindo. Fiquei mais atrevida e pus-lo de costas na cama e fiquei eu por cima. A partir daí nunca mais parei, percorri todo o seu corpo, com as mãos, com a boca, com a língua, com tudo.

Ele levantou-se, agarrou-me na cintura e encostou-me contra a parede. Fiquei maluca quando ele fez isso. Desejava-o tanto. Queria-o tanto. Ele desapertou os botões do meu colete, logo a seguir os da camisa e tirou tudo de uma vez. Voltou a deitar-me na cama, tirou-me as calças num instante e encaixou o seu corpo mesmo em cima do meu. Sentia a pila dele bem dura contra a minha vagina. Ai eu queria tanto tê-lo dentro de mim. Tirei-lhe os calções e os boxers duma vez só e ele tirou-me o soutien e ia perdendo a noção de tudo quando a língua dele começou a brincar com os meus mamilos. Começou a ir mais para baixo, tirou-me as minhas cuequinhas e a sua língua foi direita ao meu clitóris. Eu gemia cada vez mais alto, ele sabia bem o que estava a fazer. Claro que retribuí aquele oral maravilhoso e mais tarde, com ele por cima, ele penetrou-me e com os corpos bem juntos, havia beijos de grande intensidade. Eu estava adorar aquele momento.

Acabámos por nem pegar mais no estudo e eu fiquei lá a jantar com ele. Só tive que avisar a minha mãe que não ia para casa, antes que ela ligasse e interrompesse algo de muito bom. E sim, foi ele que cozinhou e não estava mesmo nada mau. Gosto cada vez mais do meu menino, com tanta coisa boa ao mesmo tempo. Até custa acreditar que isto aconteceu mesmo. Parece um sonho tornado realidade. Estou tão feliz.

Depois do jantar, fomos para a sala ver um filme agarradinhos. E no fim do filme, já era um bocado tarde para ir para casa, então fiquei lá a dormir com ele (olha que chatisse). Fui levada ao colo para a cama. Demos uns beijinhos, trocámos muitos carinhos e ficámos a falar pela noite dentro, até que adormecemos bem juntinhos um ao outro.

De manhã, acordei  primeiro do que ele. Fiquei ainda um bom tempo a olhar para o meu menino a dormir. Ai, como ele é tão lindo e estava ali a dormir mesmo ao meu lado, nem dava mesmo para acreditar. Tentei levantar-me devagar para não o acordar. Fui direita à casa de banho para tomar um banho, quando estava mesmo e entrar na banheira, a porta abre-se e o meu menino entrou com o seu grande sorriso e a dizer " Vieste tomar banho e não dizias nada?", logo de seguida enfiou-se também na banheira comigo. Abraçou-me, beijou-me e disse-me com muita ternura "Bom dia". Eu respondi "Bom dia, dormis-te bem?" e ele " Como um anjo, contigo bem juntinha a mim.". Tomámos um bom banhinho juntos e depois, com muita pena minha (agora não estou a ser irónica) fui embora antes que a minha mãe desse cabo de mim.

Acho que estou mais apaixonada do que nunca. Eu nunca procurei a perfeição num homem, mas este meu menino supera todas as minhas expectativas. Não podia estar melhor. Estou óptima com este sentimento por ele. E o medo, já não existe. Eu sei bem aquilo que quero e neste momento só quero o meu menino :D

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Está feito

Contei ao meu amigo tudo o que se anda a passar à volta dele, por causa desta história. Não aguentava mais. Não consigo ver um amigo meu a ser enganado desta forma. Não sabia se ele ia ficar chateado comigo ou não, mas tinha que limpar a minha consciência. Não conseguia sequer olhar para os olhos dele quando falava com ele, sabendo desta história.
Ele veio aqui a casa, como o costuma fazer muitas vezes. E ele notou que eu nem conseguia falar direito para ele. Então, eu deitei tudo cá para fora. Nem uma única coisa ficou por dizer. E para minha admiração, ele abraçou-me e disse que amigas como eu há poucas, em quem se pode confiar a 100%.
Ele disse que andava desconfiado disso, mas que cada vez que a confrontava com a situação, ela acabava sempre por dar a volta à conversa. E diz que já a tentou apanhar em flagrante várias vezes, mas nunca conseguiu.
E eu com isto tudo fico mesmo de boca aberta. Quando olhava para eles os dois juntos ficava sempre "Oohh, tão queridos!". Nem nunca desconfiei de nada do que se está a passar agora. Mas pelos vistos, até ele próprio desconfiava. Só eu é que andava tapadinha.
Fiquei tão aliviada por ele não me começar a responder mal e mandar-me para outros sítios. Só me disse obrigado por lhe ter dito e saiu daqui de casa a dizer que ia falar com ela e resolver tudo de uma vez por todas. Espero que agora, ela não tenha a lata de dar a volta à questão e de o virar contra mim.

O dia de estudo com ele - Parte 2

No último post, eu tinha ficado então à porta do meu menino de boca aberta a olhar para o belo corpo dele. Até que dirigi o olhar para o seu lindo sorriso. Sorri também e disse olá. Entrei e cumprimentei-o. Enquanto o fazia, ele pôs a sua mão na minha cintura. Arrepiei-me de cima a baixo e o meu coração estava a mil à hora. Só queria empurrá-lo contra a parede, beijá-lo sem parar e explorar bem aquele corpo com as minhas mãos. Passou-me tanta coisa pelo pensamento naquele exacto momento, nem sei como me controlei tão bem. E só de pensar nisso começo logo a viajar e a fazer filmes "sabe-se lá de quê" na minha cabeça.

Então, ele levou-me a conhecer a casa e tenho a dizer que era uma bela casa e estava arrumadinha. Uma casa onde vivem 3 gajos, muito bem arrumadinha. Confesso que fiquei admirada. Mas passando à frente, fomos então para o quarto dele, que é muito espaçoso. Estava lá uma mesa cheia de livros, folhas e canetas, com o portátil ao lado. Olhei discretamente para o portátil e vi uma luzinha cor de laranja a piscar, ou seja, uma conversa no MSN. E disse na brincadeira: "Ah e tal estudo, mas distrai-se com o msn." e ele respondeu " Eu nem lhe mexo, esta gaja é que pensa que estou para a aturar.", quando olhei para o ecrã e vi quem era a gaja, até me passei. Era a minha querida amiga a tentar engatar o meu menino. Eu qualquer dia passo-me de vez e vou-lhe ao focinho. Perguntei-lhe como é que a conhecia e ele confirmou-me a história de lhe ter dado uma tampa na noite, ai fiquei tão contente. Quando lhe contei a história de ela ter namorado há 5 anos, que por acaso é um dos meus melhores amigos, foi a vez dele ficar de boca aberta. No nosso curso parece que não há uma única pessoa a saber que ela tem namorado e pelos vistos já foi rodada pela maioria dos gajos de lá. Enfim, isso são outras histórias. O que interessa aqui é o meu menino.

Fomos então estudar. Eu sentei-me mesmo ao lado dele, com aquele braço musculado mesmo a pedir para ser tocado. Começámos a ver a matéria e a fazer alguns exercícios. Depressa começámos a brincar um com o outro e a rir com alguma coisa errada que alguém dissesse. Estivemos de volta daquilo umas duas horas. Para quem estuda é muito pouco, mas para quem quer saltar para cima do menino, isto é, para mim, é uma eternidade. Decidimos ir lanchar, fomos os dois para a cozinha e o menino fez torradas para os dois.

Voltámos para o quarto, mas eu em vez de ir directa para a cadeira, fui-me deitar na cama dele. Estava a pensar que ele ia começar às bocas, a chamar-me preguiçosa ou assim, mas o que fez ele? Deitou-se em cima de mim. Pôs a mão na minha perna, agarrou-a com firmeza e ficou a olhar para mim. Um gajo todo bom, parcialmente despido, a agarrar-me com firmeza, como quem diz "Quem manda aqui sou eu", a olhar-me nos olhos e por quem estou louca, já não dava mesmo para resistir e beijei-o sem qualquer medo. Só o queria a ele. Queria-o para mim e dentro de mim. Nada mais interessava.

Senti as suas mãos a percorrerem o meu corpo. Eu nem queria acreditar que isto estava a acontecer. Entretanto, ele pára. Olhou para mim, fez um grande sorriso, deu-me um beijo leve nos lábios e disse "Já volto" e saiu do quarto. E eu ali com o coração quase a saltar-me do peito, muito ofegante.

Volto depois para contar mais sobre este dia.

domingo, 17 de outubro de 2010

O dia de estudo com ele

Como já tinha dito aqui, eu ontem fui a casa do meu menino para estudar. E agora vou contar como correu o dia com ele.

Então, eu acordei logo de manhã para me começar a preparar. Estava tão ansiosa para ir ter com ele que não podia ficar mais tempo nenhum na cama à espera que chegasse a hora de me levantar. Levantei-me, tomei um banho, tomei o pequeno-almoço e aí começou a produção.

Primeiro estava completamente à nora com aquilo que iria vestir. Andava no quarto de um lado para o outro, a abrir gavetas, fechar gavetas, abrir portas, fechar portas, andava à nora completamente. Lá me decidi por umas calças de ganga, uma camisa preta justinha (com os primeiros botões desapertados claro) e um colete branco por cima. Tudo muito simples, mas tenho que admitir que me sentia uma brasa à frente do espelho. Não podia ir com grandes produções, porque o meu menino é muito simples e se lhe aparecesse à frente completamente diferente dos outros dias que ele me está habituado a ver, ele até se iria assustar de certeza. Com uns sapatos lindos que eu tenho pretos, o cabelo ondulado e uma maquilhagem muito discreta, estava pronta. Não levei acessórios, porque não costumo usar muito e da maneira como eu estava vestida, os acessórios só iriam atrapalhar. Como não estava frio, nem levei casaco. Estava mesmo como eu gosto, simples, mas gira.

Ainda almocei em casa e só mais às 15h é que fui ter com ele. Não sabia muito bem onde é que ele vivia, porque nunca lá tinha ido, mas sabia por alto e ele explicou-me onde era exactamente. Foi bastante fácil encontrar a casa dele. Como a maioria dos estudantes, vive num prédio e com muita pena minha (ironia), os colegas de casa tinham ido passar o fim de semana às terrinhas deles.Olha que pena.
Quando ia a subir no elevador, tinha as borboletas todas malucas no estômago e comecei a pensar como é que ele estaria vestido e tal. Estou habituada a vê-lo muito simples. Calças de ganga e t-shirt ou com uma camisa com as mangas arregaçadas (ai fica tão sexy).

Ia com estes pensamentos todos na cabeça e quando chego a casa dele e a porta se abre, o que me aparece à frente? Calções, tronco nú, cabelo molhado acabadinho de sair do banho. Corpo em muito boa forma, abdominais definidos, ombros largos, braços lindos, só não lhe saltei para cima na hora, porque me controlei muito bem até.

Eu acho que por breves segundos, os meus olhos se fixaram naquele corpo lindo e que por um instante a minha boca se abriu de admiração. Logo, depois acordei e olhei para a cara dele e lá estava ele, com aquele grande e lindo sorriso que ele tem e eu a derreter-me toda logo a seguir.

E agora como tenho umas coisinhas para tratar, eu volto mais logo para contar o resto do dia. 
Até logo.